Reposição hormonal: 5 dicas para identificar a necessidade de tratamento

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Muitas mulheres recorrem à reposição hormonal para amenizar os desconfortos causados pela menopausa.

Com o passar dos anos, o nosso organismo diminui a capacidade de produção de hormônios sexuais, dando início ao climatério — período que antecede a menopausa — e alguns sintomas incômodos aparecem.

Para isso, a reposição hormonal é uma boa opção e deve ser feita somente com acompanhamento médico, pois, caso contrário, pode representar riscos à saúde.

Neste post, vamos falar mais sobre o assunto e dar 5 dicas para que você saiba se precisa desse tratamento. Quer entender mais? Então, continue lendo!

O que é reposição hormonal?

A reposição hormonal é feita por meio de substâncias que imitam a ação dos hormônios para diminuir os sintomas causados pela queda na produção deles.

A apresentação desse tratamento pode ser por via oral ou transdérmica com adesivo, gel ou creme, que são absorvidos pela pele. Neste último tipo, a vantagem é que, por cair diretamente na corrente sanguínea, não é metabolizado pelo fígado e, por isso, não traz prejuízos a ele.

Quais são os riscos?

Os riscos da reposição hormonal incluem infarto, câncer de mama e AVC (acidente vascular cerebral). Por essa razão, a indicação e o acompanhamento médico rigoroso são imprescindíveis.

Como saber se preciso desse tratamento?

Não são todas as mulheres que necessitam de reposição hormonal, portanto, listamos algumas dicas para você saber se precisa desse tratamento:

1. Avalie os seus sintomas

Os sintomas mais comuns são:

  • fogachos, que são ondas de calor e suor;
  • queda do desejo sexual e da lubrificação da vagina;
  • irritabilidade;
  • enxaqueca;
  • fluxos menstruais intensos e irregulares;
  • aumento de peso e acúmulo de gordura abdominal.

Essas manifestações podem ser mais ou menos intensas, dependendo da mulher, e deve-se avaliar se afeta em demasia a qualidade de vida.

2. Observe se você se enquadra nas contraindicações

As contraindicações para o tratamento hormonal são: histórico de câncer de mama ou de endométrio, sangramento vaginal anormal sem diagnóstico, doenças hepáticas ou cardíacas severas.

3. Analise se vale a pena

Os efeitos colaterais incluem: aumento de riscos de doenças cardíacas e hipertensão, dor e inchaço nas mamas; sangramento vaginal; retenção de líquidos; náuseas e dores de cabeça.

Portanto, reflita se é vantajoso o tratamento para você.

4. Tente os métodos alternativos

alimentação saudável, os exercícios físicos e os suplementos alimentares são opções que devem ser consideradas antes de recorrer à reposição hormonal.

Elas são capazes de diminuir os sintomas e aumentar a qualidade de vida e o bem-estar. Contudo, é importante consultar os profissionais da saúde responsáveis para a prescrição adequada.

5. Veja se é o seu caso

Os ovários são responsáveis pela produção de estrogênio e progesterona (hormônios sexuais femininos) e a cirurgia de retirada deles faz com que a mulher entre automaticamente na menopausa. Em vista disso, repor esses hormônios pode ajudar as mulheres que foram submetidas a essa cirurgia.

A reposição hormonal é uma grande aliada para amenizar os sintomas e desconfortos causados pela chegada da menopausa.

No entanto, é fundamental que se procure um endocrinologista para que ele possa examinar você e avaliar se é indicada a reposição de hormônios no seu caso. Somente ele poderá fazer a prescrição e o acompanhamento com segurança para sua saúde.

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