O estresse tem sido responsável por muitos males da vida moderna. Autores brasileiros classificam o estresse de físico, patológico ou social e o definem como um “termo que compreende um conjunto de reações e estímulos que causam distúrbios no equilíbrio do organismo, frequentemente com efeitos danosos”.

TIPOS DE ESTRESSE.

O estresse, tanto físico como mental, está associado ao surgimento de doenças crônicas como obesidade, neoplasias, entre outras, sendo responsável por uma alta taxa de mortalidade.

O principal hormônio relacionado ao estresse é o cortisol. Ele gera alterações no metabolismo energético e seu aumento no organismo induz o desejo por alimentos ricos em açúcar, gorduras e sódio.

Desta forma, o estresse foi correlacionado com mudanças nas escolhas alimentares pelo alto consumo destes nutrientes, que podem causar efeitos deletérios à saúde, como as doenças metabólicas.

ESTRESSE E A ALIMENTAÇÃO.

O consumo específico do açúcar pode estar associado a fatores compensatórios do estresse, uma vez que os indivíduos considerados mais estressados apresentaram mais dependência por alimentos açucarados.

Todos esses fatores levam o indivíduo a um aumento de peso e consequentemente a uma maior produção de citocinas inflamatórias elevando ainda mais os níveis de cortisol.

Nesse contexto, as escolhas alimentares são visivelmente influenciadas pelo estresse, gerando um desequilíbrio em nosso organismo, portanto se torna indispensável uma busca por qualidade de vida e estratégias alimentares que minimizem os gatilhos influenciados por essa condição.

É importante tomar consciência quando o excesso de certos grupos de alimentos faz parte da dieta habitual e a partir disso tomar providências para ter um controle efetivo no combate a todos os males gerados pelo estresse e seus agravantes.

 

O QUE COMER?

Alguns alimentos devem ser introduzidos na alimentação e podem auxiliar nesse caminho, como por exemplo, os peixes, vegetais verdes e abacate. O Ômega 3, nutriente que pode ser encontrado nos peixes, foi parte de um estudo recente, realizado com 2724 participantes mostrando que o baixo nível de ômega-3 esteve associado ao estresse biológico.

Em outras palavras, mantê-lo em níveis adequados é uma excelente estratégia no combate ao estresse.
O aumento no consumo de frutas, verduras e legumes também pode ser interessante, pois fornece muitos compostos anti-inflamatórios que ajudam a equilibrar os níveis de cortisol.

Além do fato deles diminuírem a saciedade e reduzir o processo de acúmulo de gorduras. Portanto, a alimentação saudável e o estilo de vida menos estressante são grandes aliados para qualidade de vida e redução do risco de diversas doenças.

E A SUPLEMENTAÇÃO?

Suplementos também ajudam no combate ao Estresse, utilizando o L-triptofano, que é um aminoácido essencial para o aumento da produção de serotonina no sistema nervoso central, responsável em promover a sensação de bem-estar e relaxamento.

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